Nova bolsista PET Educação: resultado da seleção



UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL
PET Educação
ATA nº. 001/2019
PROCESSO SELETIVO DE BOLSISTA AO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL
– PET EDUCAÇÃO –


Aos 16 dias do mês de abril do ano de dois mil e dezenove, às oito horas e trinta minutos, reuniu-se a banca de seleção, nas dependências da Universidade Federal de Pelotas – sala 254 da Faculdade de Educação – para instalar o processo seletivo a uma vaga de bolsista ao Programa de Educação Tutorial – PET Educação. Composta pela Tutora, Professora Drª. Cristina Maria Rosa, a Professora Drª Heloisa Helena Duval de Azevedo (Tutora PET GAPE), os estudantes Alessandra Steilmann, Cláudia Barbosa Pereira Sousa e Ieda Maria Kurtz de Azevedo (Bolsistas PET Educação) e Lara Krusser Feltraco (PET Odontologia), a banca confirmou as inscrições dos candidatos que ocorreram entre os dias 16 a 24 de abril de 2019, pelo correio eletrônico indicado no edital selecaobolsista2019@gmail.com. A seguir, recebeu e conferiu a documentação exigida no edital de seleção: Ficha de Inscrição preenchida, Currículo Lattes atualizado, Memorial Descritivo e Histórico Escolar. Às 9 horas teve início a realização da Prova Escrita com a presença dos seguintes estudantes: Carolina da Motta Tavares, Chayene Aline da Silva, Débora Monteiro da Silva, Diego Domingos Goulart, Giulia Alexia dos Santos Ferreira, Janis Rodrigues Dias, Lorraine Dustenhafet, Maria Luiza Krause Tavares, Maribel Goulart Xavier e Vanusa Andara Bispo dos Santos. O prazo estipulado para conclusão da mesma foi de três horas, ou seja, às 12 horas desse mesmo dia. Concluída essa etapa, a banca encerrou os trabalhos e reabriu-os à tarde, às 17 horas, para a entrevista de todos os candidatos que foram recebidos na sala do PET Educação (257 da FaE/UFPel) e entrevistados pela banca em ordem de chegada. Ao fim de cada uma das entrevistas, os integrantes da banca atribuíram nota a cada um dos candidatos e estas foram inseridas em um envelope que foi lacrado na presença de todos, juntamente com o restante da documentação. A próxima etapa ocorreu no dia nove de maio de dois mil e dezenove, às 17 horas, na Sala 257 da Faculdade de Educação. A banca procedeu a leitura das provas escritas e dos memoriais e realizou a análise do Currículo Lattes e Histórico Escolar dos participantes do processo seletivo, atribuindo nota a cada um dos documentos. Logo depois, com as notas já inseridas na grade de avaliação, a banca procedeu à composição das médias finais. Resultaram aprovadas as seguintes estudantes: 1º lugar: Débora Monteiro da Silva, (Nota final 8,22); 2º lugar: Carolina da Motta Tavares (Nota final 7,9). Os demais candidatos não atingiram a nota mínima (7,0) para a aprovação. Nada mais havendo a tratar, eu, Ieda Maria Kurtz de Azevedo, bolsista PET Educação e secretariando a seleção, lavro esta ata que, aprovada, será assinada pelos demais componentes da banca.


Semana Acadêmica da Pedagogia: a literatura e o PET Educação


Leitura Literária na Semana Acadêmica da Pedagogia:

Uma ação de ensino do PET Educação.
Cristina Maria Rosa

Ocorreu na semana de 06 a 10 de maio a Semana Acadêmica da Licenciatura em Pedagogia da Faculdade de Educação da UFPel. Foi uma atividade partilhadamente organizada por estudantes e docentes que, através de palestras, diálogos, oficinas e performances, acrescentaram qualidade à formação de todos nós.
O PET Educação esteve envolvido em toda a organização: convite a palestrantes, harmonização dos ambientes, listas de presenças, cuidado com os oficineiros, mesa do café com bolo, higienização dos sanitários, direcionamento dos estudantes e professores e mais uma infinidade de tarefas que tornam qualquer evento possível.
Espetáculo de Abertura
No dia 06/05, às 14 horas, o PET Educação, a convite da organização, abriu o evento com um espetáculo de leitura literária. A escolha foi por Pandolfo Bereba, um livro infantil interessantíssimo escrito por Eva Furnari que ensina crianças e adultos a pensar sobre si mesmos e os demais, que faz imaginar um mundo mais justo e divertido. Nesse dia, a contribuição do PET foi no sentido de convidar os participantes a conhecer a literatura, seus ritos e valores.
Oficinas de Leitura Literária
Já no dia 09/05, quinta-feira, o convite foi para dar a conhecer os personagens do GELL – Grupo de Estudos em Leitura Literária – e três gêneros que o grupo costuma utilizar em escolas e espetáculos de leitura literária: o poema, o conto e o texto paradidático.
Durante a tarde, a Bruxa, a Fada Madrinha e a Girafalda Bichófila, a Veterinária do Sítio do Picapau Amarelo, leram Arca de Noé, de Vinícius do Moraes, Contos de enganar a morte, de Ricardo Azevedo e Coisa de Menino, de Pri Ferrari. À noite, o grupo repetiu as leituras e dialogou com os estudantes presentes sobre a alfabetização literária, processo de apresentação da literatura, seus ritos e linguagem à todos, bebês, crianças, adolescentes, jovens, adultos e pessoas idosas. 

O PET Educação agradece a oportunidade de partilhar com o centro acadêmico, os professores da FaE e os demais grupos de pesquisa, ensino e extensão da Faculdade de Educação esse momento!


PET Educação tem trabalho premiado no XXII SulPET


Com o título “EXTENSÃO PET EDUCAÇÃO: CONSTÂNCIA E INOVAÇÃO” é que o PET Educação foi premiado o XXII SulPET, realizado em Pelotas entre os dias 01 e 04 de maio deste ano. Elaborado pelos estudantes de Pedagogia Angélica Karsburg; Fernanda Vieira Dos Santos e Valdoir Simões Campello, o trabalho foi apresentado na sexta-feira pela formanda em Pedagogia IEDA MARIA KURTZ DE AZEVEDO. Como foco, o trabalho de extensão desenvolvido pelo PET Educação nos últimos três anos, sob a tutoria da professora de leitura literária da Faculdade de Educação da UFPel, Drª Cristina Maria Rosa. A seguir, leia, na íntegra, o resumo enviado por Ieda à organização do evento.

EXTENSÃO PET EDUCAÇÃO: CONSTÂNCIA E INOVAÇÃO
1. INTRODUÇÃO
No trabalho apresentamos ações de extensão do PET Educação planejadas e desenvolvidas no período 2016-2018. O fio condutor dessas intervenções de cunho extensionista e que enfatizam o papel do PET com crianças, professoras e bibliotecárias de escolas públicas, prioritariamente, é a formação do leitor literário. Para tal, o PET Educação instituiu um acervo – organizado na Sala de Leitura Erico Verissimo – e um grupo de estudos em leitura literária, o GELL. Um dos alicerces de constituição do Programa de Educação Tutorial, a Extensão Universitária tem como foco a transformação social. Assim, as ações no PET Educação são deliberadas, o que significa que são planejadas, desenvolvidas e avaliadas a partir de seu impacto, a fim de redimensionar atitudes e procedimentos. RODRIGUES, BATALHA, PRATA, COSTA e NETO (2013) conceituam extensão como a possibilidade de “praticar a teoria recebida dentro da sala de aula”. Para ROSA (2019), o conhecimento é um processo infindo e é constantemente adquirido quando as teses que dispomos são testadas e podem ser afirmadas, reformuladas, negadas, substituídas. Para a pesquisadora, “Nada como um mergulho no mundo real, repleto de contradições e demandas de variados tipos para percebermos se o que planejamos é exequível, viável, pertinente, importante”. Em meados do Século XX, Freire (1969) publicou o texto “Extención o Comunicación?”, no qual propunha aos pesquisadores e extensionistas o dilema da comunicação entre o mundo do saber organizado em categorias e regido pela razão e a “vida mesma", em que tradição, crenças, hábitos e heranças são preponderantes. Para o autor, a questão estava nas mãos de quem propunha a mudança, ou seja, na sensibilidade de quem quer “humanizar o homem na ação consciente que este deve fazer para transformar o mundo” (CHONCHOL, 1969). O foco, para Freire (1969), era buscar ser um “educador-educando”. Em suas palavras, “(...) aos homens se lhes problematiza sua situação concreta, objetiva, real, para que, captando-a criticamente, atuem também criticamente, sobre ela”. E complementa:

“Este, sim, é o trabalho autêntico do (...) educador, do (...) especialista que atua com outros homens sobre a realidade que os mediatiza. Não lhe cabe, portanto, de uma perspectiva realmente humanista, estender suas técnicas, entregá-las, prescrevê-las; (...). Como educador, se recusa a “domesticação” dos homens, sua tarefa corresponde ao conceito de comunicação, não ao de extensão” (FREIRE, 1969, p. 14).

A extensão é um diferencial na formação do graduando, pois promove vivências, contato com a sociedade, experimentação de ideias e projetos e, desse modo, desenvolvimento do senso crítico. Apresentar à comunidade escolar a leitura literária e o artefato mais importante da nossa cultura escrita – o livro e seus atributos – foi a escolha temática central das ações de extensão do grupo PET Educação. BICALHO (2014) afirma que “a leitura é uma atividade complexa, em que o leitor produz sentidos a partir das relações que estabelece entre as informações do texto e seus conhecimentos”. Para Rosa (2019), a alfabetização literária é o processo de apresentação da literatura – seus atributos e ritos – a todos: bebês, crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos. Composto por três atributos que a adjetivam, a alfabetização literária prescinde de deliberação, constância e qualificação. Isso significa dizer que a formação do gosto por ler literatura não pode ser aleatório, eventual e desprovida de critérios. Ao propor ações extensionistas, o PET Educação busca educar educando-se, pois é através do contato com a sociedade representada por diversas pequenas realidades sociais que conhecemos crianças em situação de aprendizagem: no centro, na periferia urbana, na zona rural e em bibliotecas e salas de aula, com seus cuidadores e professores. É nessas interações que apreendemos seus modos de pensar e agir no mundo, seus sonhos e curiosidades e seus modos de ler o mundo e a palavra.

2. METODOLOGIA
Na elaboração do trabalho – de cunho qualiquantitativo – observamos em algumas fontes o rol de ações de extensão desenvolvidas pelo PET Educação entre 2016-2018. Após, elegemos uma delas para exemplificar o processo, desde sua proposição até a avaliação do impacto. Assim, os procedimentos para compor o grupo de ações desenvolvidas no período foram: 1) Leitura dos Planejamentos e Relatórios aprovados em 2016, 2017 e 2018; 2) Leitura de publicações no blog do grupo (http://peteducacao.blogspot.com/); 3) Observação do banco de imagens produzidas em todas as ações de extensão; 4) Escolha de uma das ações desenvolvidas para a apresentação com mais detalhes no SulPET 2019; 5) Seleção de imagens e textos a comporem a apresentação oral no Evento.

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO
Nos anos de 2016 a 2018, as ações de extensão do PET Educação foram: a) Restauro de duas bibliotecas escolares: na E.E.E.F. Fernando Treptow (https://ccs2.ufpel.edu.br/wp/2016/11/28/faculdade-de-educacao-entrega-biblioteca-restaurada-a-escola-fernando-treptow/) e na E.E.E.F.I. Dr. José Brusque Filho (https://ccs2.ufpel.edu.br/wp/2018/07/10/pet-educacao-participa-de-adequacao-de-biblioteca-escolar/); b) Formação de professores leitores através de palestras e cursos como o “Mediadores em Leitura Literária” (https://ccs2.ufpel.edu.br/wp/2016/02/03/fae-promove-segundo-curso-de-mediadores-em-leitura-literaria/) c) Formação de crianças leitoras em programas como o “Leitura na Escola” (http://saladeleituraericoverissimoufpel.blogspot.com/2017/09/emei-ruth-blank-um-dia-de-leitura.html), o “Leitura para Meninas” (https://ccs2.ufpel.edu.br/wp/2017/02/20/leituras-para-meninas-sera-um-dos-eventos-da-fae-para-o-dia-da-mulher/) e o Espetáculo de leitura teatralizada de contos infantis de João Simões Lopes Neto (https://ccs2.ufpel.edu.br/wp/2018/08/16/grupo-da-fae-le-contos-infantis-de-joao-simoes-lopes-neto-as-15h-desta-sexta-17-no-museu-do-doce/); d) Formação de leitores na sociedade através de oficinas, leituras públicas e espetáculos de leitura como ocorrido no “Mulheres leem Mulheres” (https://ccs2.ufpel.edu.br/wp/2017/03/06/mulheres-leem-mulheres-no-museu-do-doce/), na “I Semana Internacional dos Saberes Percussivos” (http://crisalfabetoaparte.blogspot.com/2017/11/como-as-historias-se-espalharam-pelo.html), no XII CNEVH, nas leituras públicas de “No Manantial” (https://wp.ufpel.edu.br/prec/2017/12/22/espetaculo-de-natal-leitura-teatralizada-de-no-manantial/) e “Melancia Coco Verde” (https://wp.ufpel.edu.br/prec/2018/12/10/espetaculo-de-natal-leitura-de-melancia-coco-verde/), de João Simões Neto; e) Curso de formação de Bibliotecárias das escolas municipais em Pelotas, o “Somos Loucos por Livros” (https://ccs2.ufpel.edu.br/wp/2018/04/19/gell-promove-curso-somos-loucos-por-livros/).
Em todas essas ações, foi preponderante a existência de um acervo de obras literárias – organizado na Sala de Leitura Erico Verissimo – e do GELL - grupo de estudos em leitura literária. Entre os resultados, selecionamos uma relevante ação extensionista, por sua abrangência, envolvimento e impacto: o restauro de bibliotecas escolares. O projeto surgiu da ciência de que, na maioria das escolas públicas a biblioteca escolar é um local esquecido, utilizado como “depósito de livros”, ignorando-se que esse deve funcionar como um “espaço de circularidade de saberes”, que contribui “na formação de um cidadão crítico para a sociedade” (SILVA, 1999). Desse modo, nos propusemos, a convite da gestão, a organizar e classificar o acervo da biblioteca da Escola Estadual de Ensino Fundamental Fernando Treptow, localizada na periferia urbana de Pelotas. Ao perceber que o espaço demandava também uma restauração na arquitetura, decidiu empreender esforços de modo a oferecer aos usuários um ambiente funcional, agradável esteticamente e autogestionado. Após a observação e medição de paredes e aberturas, avaliação de móveis e utensílios e elaboração de uma planta, as ações empreendidas foram a recuperação do piso e rede elétrica, pintura de paredes, restauro e customização de móveis e utensílios, setorização de ambientes (recepção, pesquisa, auditório, leitura silenciosa e leitura deleite), ambientação do local e classificação e organização do acervo.

4. CONCLUSÕES
As ações de extensão promovidas pelo PET Educação entre 2016 e 2018 têm a constância como seu maior valor e a elaboração e o desenvolvimento de um novo conceito – a Alfabetização Literária – como sua maior inovação. Alfabetizar literariamente qualquer cidadão extrapola as funções profissionais da Pedagogia e se insere no que Freire (1969) propôs como Extensão Universitária. Reconhecido pela comunidade escolar – professores, gestores, crianças, servidores e pais – e pela sociedade em geral, o PET tem recebido constantes convites para reapresentar ou reofertar palestras, cursos, programas. É essa demanda reiterada que nos leva a consolidar, com respeito aos atores sociais, as proposições e, na Universidade, a avaliá-las e aprimorá-las.


5. AGRADECIMENTOS
Os autores agradecem ao Programa de Educação Tutorial fomentado pelo FNDE/SESu/MEC e dedica o trabalho a todos que colaboraram direta ou indiretamente com a realização de todas as ações de extensão do PET Educação.


6. REFERÊNCIAS

EXTENSÃO: TU SABES, EU SEI... In: ROSA, Cristina Maria. Alfabeto à Parte. Pelotas, 05 abr. 2019. Acessado em 05 abr. 2019. Online. Disponível em: https://crisalfabetoaparte.blogspot.com/2019/04/extensao-tu-sabes-eu-sei.html
FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação? Tradução de Rosisca Darcy de Oliveira. Prefácio de Jacques Chonchol. 8ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1985.
FREIRE, Paulo. Extensión o comunicación? Santiago de Chile, Instituto de Capacitación e Investigación en Reforma Agraria, 1969.
LEITURA. In: BICALHO, Delaine Cafiero. Glossário Ceale: Termos de alfabetização, leitura e escrita para educadores. Belo Horizonte: UFMG/Faculdade de Educação. Acessado em 18 set. 2017. Online. Disponível em: http://ceale.fae.ufmg.br/app/webroot/glossarioceale/verbetes/leitura
PEQUENO GLOSSÁRIO: ALFABETIZAÇÃO LITERÁRIA. In: ROSA, Cristina Maria. Alfabeto à Parte, Pelotas, 07 de janeiro de 2019. Acessado em 05 abr. 2019. Online. Disponível em: http://crisalfabetoaparte.blogspot.com/2019/01/pequeno-glossario-alfabetizacao.html
RODRIGUES, BATALHA, PRATA, COSTA e NETO. In: SANTOS, J.H.; ROCHA, B.F. & PASSAGLIO, K.T. Extensão Universitária e Formação no Ensino Superior. Revista Brasileira de Extensão Universitária v. 7, n. 1, p.23-28 jan. – jun. 2016 e-ISSN 2358-0399.


XXII SulPET: PET Educação presente!

XXII SulPET: Quatro dias de estudo e convivência cidadã!
Cristina Maria Rosa

Iniciou ontem, dia 1º de maio, o XXII Encontro Regional dos Grupos PET do Sul – SulPET. Localizado no Campus Capão do Leão, teve abertura iniciada à 18 horas, no hall da Faculdade de Agronomia com a presença de aproximadamente 700 estudantes bolsistas e seus tutores.
Anualmente organizado, reúne grupos de diferentes Instituições de Ensino Superior dos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O foco é compreender e discutir temas importantes para o desenvolvimento do Programa e da educação brasileira.
Cerimônia de Abertura
A cerimônia teve início às 18 horas com a arrumação da mesa e, às 18 horas e 30 minutos, com as boas vindas ao público, proferidas pelos Mestres de Cerimônia, Cristina Maria Rosa e Leonardo Capra.
A composição da mesa oficial de abertura teve as seguintes presenças: Professora Carine Dahl Corsini, representando o Reitor e a Pró-Reitoria de Ensino da Universidade Federal de Pelotas; Professora Simone Wagner Rios Largura, Vice-presidente da CENAPET; Professora Daniele Baltz da Fonseca, Doutora em Memória Social e Patrimônio Cultural, Tutora do grupo PET Arquitetura e integrante da Comissão Coordenadora Geral do XXII SulPET; Professor Fernando Jaques Ruiz Simões Junior, doutor em Geofísica Espacial, Tutor do grupo PET Física e integrante da Comissão Coordenadora Geral do XXII SulPET; Carine Rieger Donel, integrante do PET Enfermagem na UFSM e Diretora de relações estudantis da CENAPET; Ane Tchavo, estudante de Cinema e Audiovisual na UFPel, bolsista no Grupo PET Diversidade e Tolerância e integrante da Comissão Coordenadora Geral do XXII SulPET e Isabela Maria Silva, estudante de Cinema de Animação, bolsista no Grupo PET GAPE e integrante da Comissão Coordenadora Geral do XXII SulPET;

Palestra de abertura
Após os discursos, a Comissão Acadêmica deu início à palestra de abertura. O tema escolhido foi Suicídio e saúde mental nos dias de hoje: o que fazer frente a tal situação? Dirigida ao público jovem, teve grande repercussão e muitas perguntas foram dirigidas à Anna Martha Marchewicz, Médica e Residente em Psiquiatria na UFPel. Com competência e habilidade, Anna esclareceu os presentes. Na mediação, a Tutora PET Educação e a Estudante Jéssica Corrêa Ribeiro.

Show de abertura
Logo depois, um espetáculo musical com a percussão do PEPEU, encantou os presentes. Coordenado pelo “cultivador de sonhos” Professor José Everton Rozzini (bacharel em Percussão, Mestre em Educação Musical pela Universidade de Santa Maria e Doutorando em Educação na FaE/UFPel), o PEPEU busca criar um elo entre o curso de licenciatura em música e a cultural local. Tramando comunidade e academia em uma expedição por celebrar a vida com música, o PEPEU se declara movido pelo ritmo e a pulsação na ponta dos dedos e traça seu destino a cada batida do tamboração.

Discurso
Em seu discurso de abertura, a Tutora do PET Educação Drª Cristina Maria Rosa e o Estudante da Licenciatura em Pedagogia, Leonardo Capra deram as boas vindas ao público. Suas palavras:





"Petianas e petianos, tutoras e tutores, convidados, bem vindos à Universidade Federal de Pelotas! Bem vindos ao Campus Capão do Leão!
A UFPel reuniu uma grande e diversa equipe para preparar esse evento que se inicia, oficialmente, agora. E é com alegria que recebemos a cada um de vocês para, juntos, usufruirmos mais um momento proporcionado pela Educação Tutorial: um encontro entre grupos do Paraná, Santa Cataria e Rio Grande do Sul para ampliar a gama de experiências em nossas formações acadêmicas e cidadãs.
Na UFPel há, atualmente, quinze grupos PET. Doze representando cursos de graduação ou licenciaturas, dois temáticos e um multidisciplinar, uma história que teve começo em 1991 – há 28 anos.
Em alguns momentos, como em 2018, teve 192 estudantes envolvidos com a educação tutorial.
Sim.
Somos poucos.
Em quantidade somos poucos.
Mas em tempos dedicados ao ensino, à pesquisa e à extensão, somos muito.
E é isso que nos torna únicos.
A capacidade de sermos um grupo que trabalha em equipe, facilita a compreensão das características e dinâmicas individuais, bem como a percepção da responsabilidade coletiva e do compromisso social. Ou seja, almejamos nos qualificar como pessoa humana e como membro da sociedade na qual vivemos.
Todos os estudantes e tutores que se prepararam pra recebê-las e recebê-los, estão ou estarão aqui em algum momento e vocês poderão conhece-los e se deixar conhecer. Para isso também é que organizamos esses quatro dias.
O tema do evento,      SER PETIANO: FORMAÇÃO, RESITÊNCIA E TRANSFORMAÇÃO” representa a busca por fortalecer a presença dos grupos PET a universidades brasileiras do sul do País.
E esse evento e suas variadas mesas, reuniões, trabalhos a serem apresentados, conferências, shows, cafés da manhã, almoços e jantas, lanches e papos ao ar livre no arborizado Campus Capão do Leão mais as saídas, passeios, festas e , por que não, um doce em uma confeitaria do Mercado Público, prescinde da presença e da qualificada participação de cada um de vocês.
O Programa PET foi criado em 1979 pela CAPES e transferido em 1999 para a Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação, quando sua sigla passou a designar Programa de Educação Tutorial. O Programa é composto por grupos tutoriais de aprendizagem e busca propiciar aos alunos, sob a orientação de um professor tutor, condições para a realização de atividades extracurriculares, que complementem a sua formação acadêmica, procurando melhorar a qualidade acadêmica dos cursos de graduação apoiados pelo PET. O SulPET acontece anualmente desde 1998 com objetivo de articular e proporcionar um espaço de discussão interdisciplinar para a ampla formação dos alunos quanto cidadãos. Além das atividades acadêmicas, o evento proporciona um momento de troca de informações e onhecimento entre os grupos PETs, assim como delibera questões administrativas inerentes ao programa que são encaminhadas para o Encontro Nacional de PETs – ENAPET.

O PET Educação no SulPET
Entre os dias 01 e 04 de maio, a Universidade Federal de Pelotas sedia o XXII SULPET. O tema, nesse ano é Ser PETiano: Formação, Resistência e Transformação.
O PET Educação integra as equipes organizadoras e apresenta três trabalhos no evento:
1.       MULHER, JOVEM, BRANCA, SULISTA:
COMO DESCOBRI O PERFIL PET UFPEL EM 2018. Autor: Leonardo Capra. Coautores: Alisson Batista, Estefânia Alves Konrad, Mariana Paz. Orientação: Drª. Cristina Maria Rosa;
2.       PET EDUCAÇÃO: ENSINANDO A ENSINAR A LER. Autora: Cinara Tonello Postringer; Coautores: Alessandra Steilmann, Claudia Souza e Jéssica Corrêa; Orientação: Drª. Cristina Maria Rosa;
3.       EXTENSÃO PET EDUCAÇÃO: CONSTÂNCIA E INOVAÇÃO. Autora: Ieda Maria Kurtz de Azevedo; Angélica Karsburg; Fernanda Vieira Dos Santos; Valdoir Simões Campello; Orientação: Drª. Cristina Maria Rosa;

Acompanhe o evento (imagens, textos, organização, reuniões, procedimentos) no site https://wp.ufpel.edu.br/sulpet/.