Galeria de Ex-Petianos

1. Olá, sou Nanin Loustau Oyambure, estudante de Pedagogia na UNIFAP. Durante o ano de 2015 tive a honra de integrar o grupo PET Educação da FaE/UFPel. Ali, trabalhei e convivi com colegas e professoras formidáveis. Foram tempos muito prazerosos  e de incomensurável aprendizado. Na minha perspectiva, ser petiana é sinônimo de  distinção. É ter um perfil intelectível diferenciado. Haver pertencido ao grupo Pet ocasionou uma diferença significativa na minha vida social e acadêmica. Atualmente estou vinculada à Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) e atuo, em sala de aula, como monitora bolsista na disciplina Sociologia da Educação II. Ademais integro, na mesma instituição e com vínculo de iniciação científica, o GPCEM Grupo de Pesquisa Capital Social, Educação e Meio Ambiente. Agradeço a oportunidade de poder expor o quão relevante foi o Pet Educação no meu percurso dentro da academia. Um abraço a todos! Muitas saudades!
2. Sou Angelina Monica Monteiro dos Santos, petiana entre 2013-2015, hoje mestranda do Programa de Pós-Graduação Mestrado Profissional em Educação e Tecnologias do Instituto Federal Sul-Rio-Grandense (IFSUL- Campus Pelotas). Defendo, no próximo mês de março (08/03/2017), meu projeto de dissertação intitulado Literatura Infantil Menor: afecções de um corpo em (des)leitura na escola, orientado pela Drª. Roselaine Albernaz e coorientado pelo Dr. Alberto d’Avila Coelho. O tema e a investigação nasceram de minha paixão pela leitura literária na escola que foi surgindo com as práticas junto ao PET Educação. O PET desenvolve trabalhos integrando Pesquisa, Ensino e Extensão que repercutem na formação humana e profissional do petiano, bem como na comunidade acadêmica ao qual está inserido e, estando eu no PET Educação, observava isso, mas não com a importância e profundidade que posso atribuir hoje. Penso ser o ideal, talvez utópico, que todos os alunos do curso de graduação pudessem ser petianos. Isso no sentido de que o PET nos possibilita um aprendizado prático orientado, junto à comunidade, nos favorecendo um melhor desenvolvimento do trabalho profissional tanto no dia a dia da sala de aula, no caso do PET Educação, quanto na continuação dos processos de aprendizagem na Academia. Vou dizer em outras palavras: o trabalho discente desenvolvido junto a tutores faz a diferença na formação profissional da pessoa e deveria ser pensado para toda a comunidade acadêmica. Por estas razões afirmo que não posso dizer o que o PET foi para mim. Porque ele não foi, ele é presente em minha vida, muito mesmo.

3. Sou Mônica Roxo Correa, e para mim, ter sido petiana entre 2009 e 2012 foi algo maravilhoso. Ingressar no PET Educação me abriu portas e horizontes dentro da UFPel e, através dele, percebi a grandiosidade da Universidade em todas as suas instâncias.Também foi possível firmar parcerias e contatos com pessoas de diversas áreas, outras universidades e cursos, ampliando o conhecimento adquirido dentro do curso de Pedagogia. O PET foi fundamental na minha formação profissional, mas principalmente, na formação pessoal, onde pude evoluir e aprender sobre relações interpessoais. Ser petiana marcou minha jornada dentro da UFPel. Atualmente, sou professora de Educação Infantil na rede pública municipal em Pelotas, e coloco em prática os ensinamentos que obtive dentro do grupo através de troca de experiências com colegas.

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