Estudantes de Pedagogia do PET preparam ação de Natal para crianças

 

Cinco Marias

Desde 23 de novembro e por um mês, o PET Educação estará desenvolvendo uma "ação de natal". Inserido no programa de final de ano dos demais Grupos PET da UFPel, o PET Educação confecciona jogos de Cinco Marias para presentear crianças em Pelotas, RS. Neste ano, uma instituição receberá os mimos e poderá usufruir de um brinquedo singelo, feito a muitas mãos.


Cinco Marias: o que é isso?

Uma brincadeira popular antiga que promove a autoconfiança, criatividade, raciocino lógico e demanda agilidade, destreza, equilíbrio e sociabilidade. É simples de fazer e de jogar.

Popular no Brasil interiorano, trata-se de um jogo de coordenação motora com cinco saquinhos (em tecido, costurados à mão e recheados de arroz, areia, pedrinhas ou grãos) que, para serem jogados, precisam ser espalhados sobre uma superfície (uma mesa, por exemplo). 

Ao jogar um para cima, o jogador deve, na primeira rodada, recolher, um a um, todos os demais e não deixar o que foi jogado, cair. Na segunda rodada, deve recolher dois a dois, e assim por diante. Se cair o jogado ao ar, o jogador passa a vez...

Jogado sozinho ou em grupo, um dos objetivos é descobrir quem é mais rápido!

Quer colaborar?

Convidados por nós, do PET Educação a se integrarem ao grupo de artesãos que não somos, mas estamos aprendendo, professoras, estudantes, bordadeiras, curiosas e até doutoras resolveram colocar suas mãos, direitas e esquerdas, em contato com linhas, agulhas e tesouras. E está sendo uma festa esse nosso modo peculiar de produzir arte, amizade, sociabilidade para presentear...

Se quiseres saber como ajudar nesta ação, entre em contato com o PET Educação que te ensinamos a fazer e doar. 

Bom Natal a todos!


PET Educação: SIIEPE 2021

PET Educação estará na SIIEPE/UFPel

Cristina Maria Rosa

 

Uma das atividades do grupo PET Educação é compartilhar com a sociedade seus estudos, pesquisas, procedimentos e resultados de projetos.

Focados na formação docente – todos os bolsistas são estudantes da Licenciatura em Pedagogia, – os trabalhos foram preparados entre março e agosto de 2021, sob minha orientação. Assim, representando o que vem sendo desenvolvido individualmente ou em grupo, foram aprovadas as inscrições dos trabalhos listados a seguir. Para conhecer os vídeos que os estudantes prepararam junto com o resumo como condição de inscrição, clique nos endereços eletrônicos grafados após o título do trabalho e o nome de cada um...

 

1.    BIBLIOTERAPIA PARA ESTUDANTES DE PEDAGOGIA, de Débora Monteiro da Silva. O vídeo de apresentação está disponível em: https://youtu.be/NtCux3Htieo

 

2.    FEMINISMO E VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER SÃO TEMAS PARA CRIANÇAS?, de Jéssica Corrêa Ribeiro. O vídeo de apresentação está disponível em: https://youtu.be/ggv52mxAZ4A

 

3.    FORMAÇÃO DE LEITORES EM MODO VIRTUAL: É POSSÍVEL?", de Angelica dos Santos Karsburg. O vídeo de apresentação está disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=iz0zMsch3-Y&t=24s

 

4.    HÁ LITERATURA INFANTOJUVENIL PARA UMA EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA?, de Laura Vitória Gomes. Com a sua aprovação, seu nome constará nos anais e nos certificados correspondentes. O vídeo de apresentação está disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=KNOUFVZxKPU

 

5.    LEITURAS LITERÁRIAS NA UNAPI: A VOZ DE QUEM USUFRUI, de Luzia Helena Brandt Martins. O vídeo de apresentação está disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=G8I-qzh9TIM

 

6.    LITERATURA INFANTIL E ENSINO REMOTO: UMA VISÃO INTERDISCIPLINAR, de Alisson Castro Batista. O vídeo de apresentação está disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=9DA3tJTY5gU

 

7.    MINUTOS LITERÁRIOS: UMA PROPOSTA DE ALFABETIZAÇÃO EM ÁUDIOS, de Cinara Tonello Postringer. O vídeo de apresentação está disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=-W8ECRguExc

 

8.    PEDAGOGIA VERDE: EM BUSCA DE UM ACERVO PARA CRIANÇAS, de Paloma Evelise Wiegand. O vídeo de apresentação está disponível em: https://youtu.be/n1jzLfRRWJY

 

 

9.    UM BEBÊ LEITOR? ESTUDO DE CASO, de Paola Cassuriaga Sandim. O vídeo de apresentação está disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=cERAr7eSFGc

 

Lembrete:

Tendo como tema “O papel político, social e científico da Universidade na sociedade atual”, a Semana Integrada de Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão (SIIEPE) ocorrerá de 18 a 22 de outubro de 2021, em formato remoto.


Interações Letras e Educação: um inédito de Graça Paulino

Uma homenagem ao Dia Nacional do Profissional da Educação.

A graça de ter Graça Paulino em minha vida!

Cristina Maria Rosa


Graça Paulino, há dois anos, fechou os olhos e não mais abriu. Foi um choque para todos que a amávamos e a queríamos perto. Séria, rindo, irônica, brava, concentrada, lendo, brincando com seus cães, apreciando um café da manhã com ovo e iogurte, no almoço uma galinha caipira com couve e um espumante ou vinho no Bem Bom, de qualquer jeito ou a qualquer hora, era a Graça que queríamos ter perto. Foi muito bom viver e sempre é alentador lembrar detalhes, momentos, frases, olhares e o tom de voz que ficou impresso na memória de quem, como eu, teve o privilégio de tê-la.

Graça foi minha orientadora em um momento muito especial. Com ela descobri quem eu era na coluna vertebral que sustenta a pesquisa científica sobre e leitura literária no País. Por ela me tornei uma pesquisadora mais focada, mais voltada à Pedagoga que sempre fui, mais comprometida com a escola e as crianças que nela circulam.

 

Tributo

Para homenagear Graça, para mantê-la perto, lembrada, amada, nós que a conhecemos reunimos memórias. Dela e sobre ela. Algumas, já publiquei; outras, ainda pretendo. Em julho, no dia dois, Rildo me enviou uma cartinha. Ele escreveu:

 

Cristina,

Entrei de férias e resolvi fazer uma limpa em velhas pastas de arquivo. Eis que encontrei este texto que Graça escreveu e não sei se publicou em algum lugar. Talvez lhe interesse, talvez você já o tenha. De qualquer maneira, segue. Abraço, Prof. Rildo Cosson. Programa de Pós-Graduação em Letras – UFPB.

 

Emocionada por ter sido lembrada como destinatária e pela delicadeza de Rildo, publico aqui parte do presente recebido.


Quadro histórico e referenciais teóricos de interações entre Letras e Educação: pesquisas acadêmicas sobre leitura literária na escola (1980-2002).

Graça Paulino

 

1. Literatura para crianças e jovens como objeto de pesquisas no Brasil

A pesquisa voltada para a produção e recepção de livros cujos destinatários virtuais são crianças e jovens, envolvendo, por isso, a mediação escolar, tem crescido de modo sistemático e diversificado desde os anos 80 nas universidades brasileiras. Cresceu, por exemplo, a ponto de reduzir seu interesse pelo objeto fechado, a que se denominaria "literatura infanto-juvenil", para acercar-se dos sujeitos do processo de apropriação – os leitores - como definidores desse objeto cultural de estudos. Isso demonstra que os grupos ligados a tais pesquisas não ignoraram o deslocamento teórico ocorrido na área de Estudos Literários, a partir dos últimos anos da década de 70, que marca um percurso em direção a leitores e leituras.

Na esteira de renovação do ensino de português, o trabalho com a leitura literária na escola básica tomou força no início dos 80, especialmente graças aos trabalhos de Regina Zilberman, Marisa Lajolo e de seus orientandos, quase todos professores da área de Letras. Aliás, um dos grandes méritos das reflexões e pesquisas das duas especialistas foi exatamente a iniciativa de ligar as áreas de Teoria Literária e Educação, geralmente vistas como bem distanciadas em seus objetos de pesquisa e ensino. Em certo momento se percebeu que seria difícil pesquisar a produção literária, sem levar em conta o processo de formação dos leitores literários, que necessariamente passava pela pesquisa das práticas escolares de leitura, com problemas que poderiam ser detectados pelo olhar arguto da academia. Esse olhar, mesmo em sua condição “de fora”, permitiu a humanização do processo, numa atividade de pesquisa que não permanecia "pura", pois se mostrava comprometida com os sujeitos – alunos e professores da educação básica – que demandavam a transformação de práticas escolares autoritárias, inadequadas ao  universo da arte literária.

Neste novo século, nas escolas de Letras, ainda há especialistas em Literatura que ignoram ou menosprezam as pesquisas voltadas para a formação escolar de leitores literários, assim como nas faculdades de Educação há especialistas da área de ensino de linguagem que desprezam as especificidades da produção e da recepção literárias, consideradas como de menor impacto e valor social ou como processo “inexoravelmente” elitizado por estratégias burguesas de legitimação (Bourdieu, 1987).

Todavia, os Parâmetros Curriculares e outros documentos oficiais, ao abrirem espaço para a educação estética, indicam que a percepção de que na Educação essa experiência tem espaço próprio tende a tornar-se forte, especialmente quando se trabalha paralelamente em Letras no processo de inserção dos estudos literários numa área maior de estudos socioculturais, exigindo formação teórica e metodológica diferenciada e dando conta da pluralidade de saberes e fazeres que constitui o cotidiano, escolar ou não. As leituras são reconhecidas, então, na diversidade que as caracteriza, relacionadas a objetivos, estratégias e conhecimentos prévios dos leitores, organizações linguísticas e textuais, contextos de recepção, suportes, enfim, a todo um jogo de forças socioculturais determinantes da aparentemente simples interação do leitor com o texto ou do também aparentemente simples controle desse processo pelos professores.

De qualquer modo, não só na última década do século XX, mas, como de início foi dito, nos seus últimos vinte anos, as pesquisas voltadas para o letramento literário, em sua natureza social, aí se incluindo o mundo da escola, têm-se multiplicado. Os maiores pólos brasileiros de produção científica na área são Belo Horizonte, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Campinas e São Paulo. Quase nunca usando a denominação de "letramento", termo de existência e circulação recente no Brasil, as pesquisas da área, de qualquer modo, voltaram-se e ainda se voltam, em sua maior parte, para questões referentes aos modos de inserção dos alunos e professores nas práticas de leitura, predominando a atenção para a literatura infantil, nas instâncias de produção e recepção, com suas possíveis mediações escolares.

A denominação "letramento" está sendo aqui assumida como a caracterizou Magda Soares (1996): "inserção nas práticas sociais de leitura e escrita". Segundo a autora, os níveis de letramento podem ser avaliados, podem caracterizar indivíduos ou grupos sociais e podem marcar diferenças socioculturais importantes nas sociedades letradas Por minha vez, passo a denominar "letramento literário" (PAULINO, 1997) à inserção de indivíduos e grupos em práticas de recepção literária, caracterizada esta como interação leitor/texto de cunho predominantemente estético, isto é, envolvendo, ao mesmo tempo, tal como a descreveu Jauss (1979) a percepção sensorial do texto, em sua materialidade significante; sua recriação como fazer poético-intelectual e o investimento do imaginário, como processo catártico.

 No Rio, desejamos destacar duas vertentes de pesquisas sobre letramento literário: uma voltada para a iniciação e formação escolar e não-escolar de leitores em geral, outra, para a iniciação literária de crianças no contexto escolar, estando incluída nas duas a preocupação com a formação de professores. A primeira vertente pode ser bem representada pelo grupo de Eliana Yunes, pesquisadora de literatura infantil desde os anos 70, que depois coordenou o PROLER, enquanto Affonso Romano de S’Antanna dirigiu a Biblioteca Nacional, no inicio do governo Fernando Henrique Cardoso. Destaca-se nessa vertente a tentativa de unir pesquisa e interferência direta em programas governamentais de democratização da leitura.

A segunda vertente de pesquisa sobre literatura infantil no Rio de Janeiro se localiza mais claramente na linha da crítica cultural e nas interfaces de produções de linguagem propostas pela filosofia da linguagem de Mikhail Bakhtin. Uma figura da Educação que se destaca nessa última vertente é Sônia Kramer. É digno de nota que seu trabalho pessoal não se tenha voltado especificamente para a recepção literária, mas para questões ligadas às diversas leituras de professores e alunos. Em um de seus artigos recentes (KRAMER, 2000), ela mesma se ocupa em destacar também a importância do trabalho de Maria Luíza Oswald, denominado Aprender com a literatura, de 1997, que abriria um "filão", antes sem consideração específica no grupo, dentro do campo geral dos letramentos.  Dissertações e teses em curso ou concluídas depois da de Oswald no Rio demonstram que a definição explícita de um objeto literário para pesquisas na área da Educação exige não apenas tratar de "gosto" ou de "obrigação" de leitura na escola, mas também de definições metodológicas específicas do campo de Estudos Literários.

No estado de São Paulo, o Instituto de Estudos da Linguagem da UNICAMP trabalha especialmente com letramento literário e seus elos com a instituição escolar a partir das iniciativas de pesquisa da professora de Teoria Literária Marisa Lajolo. Com uma inserção mais antiga no campo, desde seu livro Usos e abusos da literatura na escola (1982), que focalizou o uso não estético da poesia de Bilac nas escolas brasileiras durante a República Velha, Lajolo desenvolveu posteriormente pesquisas em dupla com Regina Zilberman, da PUC do Rio Grande do Sul, não por acaso também da área de Teoria Literária. Lajolo e Zilberman puderam circular pela história cultural, pela pesquisa de arquivos de e/ou sobre literatura e escola, e pela formação das leituras no Brasil. Junto com Márcia Abreu, professora também da UNICAMP, e com os orientandos de ambas, Lajolo vem desenvolvendo um grande projeto denominado Memórias de Leitura, que, embora não se restrinja à história do letramento literário, a ele dedica explicitamente algumas de suas direções.

Na USP, Nelly Novais Coelho publicaria, além de outros livros sobre o tema, em 1983, a primeira edição de seu Dicionário crítico de literatura infantil e juvenil brasileira, reeditado várias vezes e apresentando, na edição ampliada de 1995, uma bibliografia brasileira sobre literatura infantil e juvenil que ultrapassa o número de cinquenta pesquisadores conhecidos, espalhados pelas universidades do País. Destaca-se também, na USP, o trabalho de Edmir Perrotti, cuja tese, defendida em 1989, depois seria publicada e tornada referência constante na área: Confinamento cultural, infância e leitura (PERROTTI, 1989). Esse pesquisador viria denunciar com firmeza a mitificação da leitura, como parte integrante de uma "ideologia das necessidades", que serviu, especialmente durante os anos de ditadura militar, para esconder conflitos e contradições sociais que incomodavam sobremaneira ao grupo dirigente autoritarista.

Em Porto Alegre, fortaleceu-se, desde o início da década de 80, uma equipe de pesquisas voltada para questões ligadas a literatura e ensino, orientada por Regina Zilberman na PUC-RS. Os livros sobre esse objeto de estudo se multiplicaram, graças às participações de Glória Bordini, Vera Teixeira Aguiar, e de outros especialistas em Literatura da Universidade Católica, que se preocuparam em interferir na formação de professores da escola básica, desenvolvendo um diálogo de iniciação às práticas literárias de leitura até então quase inexistente na área de Educação. Não por acaso, o artigo de Regina incluído no dossiê "O Letramento no Brasil" (Educação em Revista n. 31) se intitula "Literatura infantil e aprendizagem da leitura". Com uma contribuição significativa, representada por publicações de reconhecimento nacional nessa área, por participações em programas de democratização de leitura e de melhoria das condições de ensino/aprendizagem no processamento literário de textos na escola, Regina Zilberman constitui, sem dúvida, hoje, um dos exemplos de ação e pesquisa bem sucedidas na confluência literatura/educação.

 

Mais...

Amanhã, publico a segunda parte do texto, intitulada “A situação de Belo Horizonte na pesquisa das relações literatura/escola”.

Viva Graça Paulino!

Um chocolate no inverno...

 


Boas-vindas à estação mais gelada do ano!

Paola Sandim

 

No dia 21 de junho começa, oficialmente, o inverno no hemisfério sul, onde estamos localizados geograficamente. O primeiro dia do inverno é caracterizado pelo Solstício de inverno, é o dia em que o sol está mais distante da linha do equador e isso só se modifica em 22 de setembro, quando inicia a primavera.

Estação caracterizada por temperaturas baixas, dias mais curtos e noites mais longas, o inverno é descrito como o tempo em que o sol está mais distante da Terra devido ao movimento de translação, que é o movimento que a Terra faz em torno do sol.

Os três estados do Sul do Brasil – Paraná, Santa Cataria e Rio Grande do Sul – são conhecidos por registrarem as temperaturas mais baixas do país e a neve sempre é anunciada como uma possiblidade. Tanto que, no inverno passado, o estado de Santa Catarina ganhou manchetes e turistas nacionais por registrar a temperatura mais baixa do ano .

 


Opinião...

Em uma breve pesquisa de opinião que realizei no meu perfil no Instagram, 70% dos participantes preferem o verão e apenas 30% escolheram a estação do frio, dos casacos e cobertores como predileta para viver. Entre os 30 respondentes, 21 disseram gostar mais do verão.

Mas, nove corajosos anunciaram que ficar em casa, assistir a um filminho embaixo das cobertas, tomar um chocolate quente e ler bons livros perto do fogo na lareira, estufa ou fogão à lenha não se compara com nenhuma outra sensação.

Uma receita...

Tomar um chocolate quente é sempre uma excelente pedida no inverno. Pelotas, cidade do doce, tem a tradição de oferecer, em cafeterias e confeitarias, essa guloseima. Mas, em tempos de pandemia, melhor mesmo é fazer sua própria receita, em casa.

Não sabe fazer? Compartilho aqui, a minha receita. Faça e depois me conte se deu tudo certo...

Chocolate quente da Paola: a receita

Ingredientes: Duas xícaras e meia de leite, achocolatado (Nescau) a gosto, um ovo, três colheres e meia de amido de milho.

Modo de preparo: Misture o leite com o achocolatado e aqueça até ferver. Separe a gema e a clara do ovo, fazendo uma gemada com a gema e um merengue com a clara. Dilua o amido de milho em um pouco de água. Despeje a gemada na mistura ainda no fogo. Quando a mistura estiver “levantando fervura”, despeje o amido de milho diluído, sempre mexendo para não empelotar. Ao servir, adicione o merengue.

Dicas para tomar o chocolate...

Eu amo ler. Por que não ler enquanto sorvemos um chocolate quente?

Por se passar no inverno, indico A menina que roubava livros, de Markus Zusak e Chega de saudade, de Ricardo Azevedo. Leve e muito bonito, o livro aqueceu meu coração no inverno passado...

Referências:

https://www.calendarr.com/brasil/estacoes-do-ano/

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/horoscopo/solsticio-de-inverno-o-que-muda-astrologicamente,12b165649702ee242c01ad96aea0cc67q4gg01j7.html

https://brasilescola.uol.com.br/geografia/solsticio.htm

https://www.amazon.com.br/Chega-Saudade-Ricardo-Azevedo/dp/8516051080/ref=asc_df_8516051080/?tag=googleshopp06-20&linkCode=df0&hvadid=426283877731&hvpos=&hvnetw=g&hvrand=7171369714849817686&hvpone=&hvptwo=&hvqmt=&hvdev=m&hvdvcmdl=&hvlocint=&hvlocphy=1001685&hvtargid=pla-895119129075&psc=1

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